sexta-feira, 28 de junho de 2013

Shibari & Kinbaku (A Arte Japonesa de amarrar)

Kinbaku (紧缚) significa "forte ligação" Kinbaku-bi (紧缚美) , que literalmente significa 'a beleza da forte ligação. Kinbaku é um japonês estilo de escravidão ou BDSM que envolve amarrar usando padrões simples, mas visualmente complexo, geralmente com várias peças de fina corda (muitas vezes juta , cânhamo ou linho e, geralmente de 6 mm de diâmetro, mas às vezes 4 milímetros e entre 7m-8m de comprimento). Em japonês, esta corda de fibra natural é conhecido como "asanawa ', o vocabulário japonês não faz uma distinção entre cânhamo e juta. A alusão é ao uso de corda de cânhamo para dominar os prisioneiros, como um símbolo de poder, da mesma forma que as ações ou algemas são usadas em um faroeste BDSM contexto. A palavra Shibari entrou em uso comum no Ocidente, na década de 1990 para descrever a arte escravidão Kinbaku. Shibari (縛り) é uma palavra japonesa que significa literalmente "amarrar" ou "ligar".




quinta-feira, 27 de junho de 2013

Apetece-me #17


Hoje apetece-me mais puro desejo animal, desejo feroz
(desejo do pecado, do pecado do sangue, sim desejo sujo, bruto voraz)
Hoje apetece-me sentir a fúria, a loucura do teu desejo em MIM
Hoje apetece-me o mais puro desejo carnal
Apetece-me
Apetece-te??

terça-feira, 25 de junho de 2013

Apetece-me #16

Apetece-me sentir o calor de dois corpos
Carícias infinitas


... Fogo ...
... Desejo ...
... Adrenalina ...
... Beijos ...
... Prazer ...
... Loucura ...
... Satisfação ...


Apetece-me
Apetece-te??

terça-feira, 18 de junho de 2013

***


Entraste na minha vida
Sem pedir licença
Roubas-te me a minha paz
Despertar-te em mim emoções adormecidas
Há muito reprimidas:
Emoções que me assustam e me atraem
Que me fazem suspirar completamente enlouquecida
E querer mais e mais, e mais....

***
E agora que partiste fica apenas a dor da ilusão 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Loucuras ...


Hoje resolvi sair mais cedo do trabalho e ir ter com ele a casa (dele, claro)
Cheguei…abracei-o… enchi-o de beijos!...
Ele foi até à varanda, para fumar um cigarro e eu fui atrás!...
Aninhei-me a ele por trás e comecei a brincar com o seu sexo, já a “despertar” para a brincadeira!!!
Insinuei a minha mão por dentro das calças e senti-o já húmido, a querer saltar cá para fora!!!
Ele acabou o cigarro e eu afastei-me! Não podia demorar muito tempo e a “festa” prometia aquecer…
O que se seguiu surpreendeu-me: num movimento brusco e sem aviso agarrou-me pelos pulsos, virou-me contra a parede, e desapertou as minhas calças; sussurrou-me ao ouvido “Queres?”, como se fosse preciso perguntar!...
A minha roupa escorregou até ao chão, inclinei o meu corpo para a frente!
Senti-o entrar em mim, muito duro, tocando-me tão fundo quanto era possível!
Foi rápido, quase “animal”, plena de tesão e desejo!
Tivemos prazer muito rapidamente, sem preliminares, sem hesitações, sem mais nada!!!
Quando acabou, corremos para a casa de banho; lavei-me rapidamente, ajeitei a roupa e o cabelo, beijei-o e saí!
Acho que a única coisa impossível de disfarçar, foi o brilho no olhar!...

… ficou a promessa de voltar em breve …

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Adormecer


Entrego nos braços da noite o corpo exausto. Liberto a alma, selvagem, na escuridão que me envolve. Na companhia das estrelas, galopo pelos prados adormecidos, sentindo a cada passo, o crepitar do gelo que cede à minha passagem. Sigo, em direcção a lado nenhum, numa ânsia de libertação do fogo que me consome por dentro.
Procuro, nesta caminhada apressada, o corpo perdido numa cama qualquer. Sinto, o vazio da minha própria ausência, derramar-se sobre os meus sentidos. A noite, escura e fria, não consegue conter em mim a força que emana do meu espírito.
Deixo-me perder por aí, até que o dia me amanheça e me leve de volta ao corpo despido, que repousa numa cama qualquer.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

SEM TI ...


"E de súbito desaba o silêncio.
É um silêncio sem ti,
sem álamos,
sem luas.
Só nas minhas mãos
ouço a música das tuas."

Eugénio de Andrade

quinta-feira, 6 de junho de 2013

LUA


Lua nua, vestida de encantamentos, eterna confidente, conselheira dos amantes, feiticeira das sombras que se unem, dos lábios quentes e intensos, que se beijam, sob o brilho que os alumia, testemunha calada, dos gritantes segredos deixados entre lençóis, cúmplice muda, dos secretos dizeres, derramados em leitos nocturnos, de luxúria, e prazer consumado entre corpos suados, almas extasiadas e o brilho reluzente das estrelas.
Pele que arde na fogueira de uma paixão escaldante, doce crepitar de suspiros surdos, de ternuras soltas, num leve e fugaz olhar, entregue ao calor das mãos insaciáveis, que se oferecem em carícias tontas, em impulsos de carinho, nos instantes de uma alienada cegueira, de sensações libertas, que embelezam a escuridão desta noite fria.
Meiguices que despertam as emoções, que preenchem, satisfazem, e ao mesmo tempo sufocam deliciosamente, o ardente desejo de dar, a sede de querer e a fome de te amar.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Entre as sombras ...


Entre as sombras do nosso jardim, caminhei em busca de ti, deambulei entre as árvores imponentes que me cumprimentaram à chegada, perdi-me num emaranhado de raízes antigas e folhas secas, que cantando baixinho, me diziam que virias. Tímidos raios de Sol desciam e tocavam levemente o chão, iluminando o caminho que tu e eu havíamos pisado noutros momentos felizes.
Quis esperar-te, quando me disseste que não irias, aguardei a tua chegada mesmo sabendo que não poderias vir, mas agarrei-me ás certezas e insisti na espera, até desesperar. Na ânsia de te sentir, despi-me de preconceitos, vesti-me de desejo, soltei em mim carícias de prazer, e seduzi-me….
E ali, escondida naquele jardim, onde tu não chegaste, amei-me intensamente, num momento único, em que fechei os olhos, e as minhas mãos, foram as tuas….

terça-feira, 4 de junho de 2013

... Mil e uma noites ...


Apenas as velas iluminam o espaço, a música oriental, que toca baixinho, é suavemente ritmada e sensual, no ar espalham-se aromas doces que se libertam do incenso que arde lentamente.
Deitado no chão sobre almofadas, olhas-me, enquanto danço suavemente para ti, envolvida na transparência de um fino véu, tu, tentas adivinhar as formas do meu corpo através dos movimentos leves e ondulantes que faço, segues cada passo desta dança milenar de encantamentos mil, interiorizas este ritual de desejo onde o mistério e a magia imperam, absorves este delicado revelar sem mostrar, que te liberta as emoções, e me solta as vontades.

Serpenteio-me à tua frente, seduzo-te, prendo os meus olhos nos teus, dou-te o meu feitiço, o meu fascínio, acordo-te os sentidos, cativo-te o corpo e a alma. Subtilmente, surpreendo-te, quando deixo cair das mãos, o véu que me tapa, e me revelo a ti, neste harém de uma só mulher, onde tu és rei….

segunda-feira, 3 de junho de 2013