domingo, 11 de janeiro de 2015

E ...

O tempo insiste em torturar-me permanentemente. 
A tua ausência torna-se num pesar de saudades demasiado demorado na tua espera. 
A tua presença é um voar de tempo a velocidade estonteante. 
Tudo contigo cai pelo rumo da perfeição. 
Pela visão da utopia. Pelo desejo a invadir-me o corpo. 
E pelo vislumbre de não querer mais nada.
Despertas-me o corpo num êxtase que não se controla só pelo quão perto ficas de mim...


... quando o corpo pede um outro corpo para o acompanhar ...

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