quinta-feira, 21 de março de 2013

Numa tarde ...


Chegados à cama, depressa a roupa desapareceu deixando o nosso corpo liberto sem amarras. O teu sexo encharcado pelo meu sabor, pelos meus orgasmos fortes. Despias a roupa quando te agarrei e te engoli por completo, juntava agora a minha saliva ao meu sabor que ainda podia sentir em ti. Jogas-te mais uma peça de roupa para o chão, para qualquer lado, agarras-te meus cabelos, puxas-te me para ti podia sentir a força das tuas mão e o teu sexo atravessando-me a garganta. Lambo, chupo, sugo-te, faço-te gemer de prazer, sinto o teu estremecer. Descontrolo-te, enlouqueço-te, jogas-me na cama e penetras-me com força, com todo esse tesão que contínhamos  em nós. Giramos os corpos no colchão, eu por cima, depois tu, novamente eu… As minhas mãos, dedos e boca corriam o teu corpo ao mesmo tempo que o meu sexo devorava o teu. De lado, encaixados um no outro, libertando as  mãos para outras explorações, completamente enterrado em mim, num balaço feroz entre gritos e gemidos, orgasmos, toques na minha e tua pele. Agarras-me o cabelo e fazes com que me levante, pelo espelho o reflexo dos nossos corpos, os dois a vermos, o meu peito que se agita com a intensidade das investidas. O barulho do choque dos nossos corpos… E vens-te, no momento que saís de mim viras-me para ti, agarras-me com força para sentir o teu néctar a escorrer pela minha pele, rosto, boca saboreado a tua doce essência… Caímos os dois no colchão, lado a lado, exaustos, suados, satisfeitos momentaneamente… Nada, dizemos, apenas olhamos e beijamos. Contemplado o corpo nu, suado, marcado e o sorriso saciado … 


NUMA TARDE SÓ NOSSA
[Fim ...]

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